POLÍTICA
Enquete do Agora Juruti mostra preferências políticas dos leitores do portal
2011-10-17 14:38Surgem mais nomes para disputar as eleições 2012 em Juruti
2011-10-10 16:30Otávio Barbosa é lançado pré-candidato a prefeito de Juruti pelo PSDB
2011-10-03 19:04PMDB lança Lucídia Batista como pré candidata a prefeita de Juruti
2011-09-30 11:27Prefeito de Juruti faz prestação de contas na câmara municipal
2011-09-01 09:35Prefeito de Juruti fará prestação de contas amanhã na câmara
2011-08-30 21:27Vereadores de Juruti visitam repartições da mina de bauxita da Alcoa
2011-08-20 10:59Ex-secretária de saúde terá que devolver R$ 1,6 milhões aos cofres de Juruti
2011-07-15 00:00Câmara de Juruti discute a aplicação da Agenda Positiva da Alcoa
2011-06-15 07:51Sexta-feira 01 de julho
TCM reprova contas do ex-prefeito de Juruti Isaias Batista
O Tribunal de Contas dos Municípios – TCM, reprovou as contas do ex-prefeito de Juruti, Isaias Batista Filho, no exercício de 2003 e estipulou prazo de 15 dias para que a Prefeitura de Juruti possa recolher aos cofres públicos o valor superior a R$ 166 mil, aplicado em multa que o ex-prefeito deverá pagar.
As multas somam o valor de R$ 166.014,54 que Isaias Batista deverá pagar pelo não cumprimento ao disposto no art. 50, da LRF e pela não realização de processo licitatório. Também foram encontradas falhas na remessa intespestiva da documentação referente a LDO, orçamento anual, 1º quadrimestre, assim como a não remessas de alguns atos de abertura de créditos. Falhas ainda na remessa extemporânea do RREO dos 1º ao 6º bimestre e remessas intespestiva dos relatórios de gestão fiscal dos 1º e 2º quadrimestre.
A maior multa aplicada contra o ex-prefeito no exercício de 2003, foi de R$ 142.014,54 por conta de não realizar processo licitatório de despesas que a prefeitura comprou no montante de R$ 1.420.142,45. Isaias também foi multado no valor de R$ 18 mil, que corresponde a 30% dos seus vencimentos anuais, em função da remessa dos relatórios de gestão fiscal dos primeiro e segundo quadrimestre, exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, fora do prazo estabelecido.
O TCM emitiu parecer prévio contrário recomendando a câmara municipal de Juruti a não aprovar as contas de Prefeitura no exercício financeiro de 2003, na gestão do ex-prefeito Isaias Batista, assim como, encaminhou cópias dos documentos ao Ministério Público Estadual para que tome providências no sentido de que o valor seja recolhido aos cofres públicos de Juruti.
Sábado 26 de março
Governo de Henrique Costa tem maioria de aceitação por participantes de enquete
Em enquete realizada no webjornal Agora Juruti sobre a gestão do atual prefeito de Juruti, Henrique Costa, a maioria diz que o governo está ótimo.
Na avaliação dos internautas, o conceito ÓTIMO recebeu 151 votos, contra 121 da opção PÉSSIMO, o que mostra a maioria dos participantes da enquete avaliação acessível ao governo municipal, porém a votação não é tão acentuada dos que discordam da boa administração, com diferença de apenas 30 votos.
A enquete recebeu 307 votos, distribuídos nas opções: ÓTIMO 151; BOM 13; REGULAR 10; RUIM 12 e PÉSSIMO 121. Das opções que favorecem a aceitação ao governo municipal, chegou a 164 votos, enquanto que na avaliação de uma má administração chegou a 133. Dos 307 votos, 10 pessoas optaram pela neutralidade e marcaram Regular, ou seja, aceitável.
A enquete esteve disponível para todos os públicos por mais de três meses no site, foi uma das mais participadas pela população na história do webjornal Agora Juruti. Atualmente a enquete disponível para votação, avalia a aceitação dos jurutienses sobre a mineradora Alcoa no município.
Quinta-feira 13 de janeiro
Ações socioambientais são discutidas para Juruti pelo vice-governador
O vice-governador do Estado, Helenilson Pontes, recebeu na quarta-feira (12), no Centro Integrado de Governo (CIG), o procurador do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Pará, Raimundo Moraes, acompanhado de técnicos da Cooperativa Ecooideia.
Durante a reunião foram discutidas ações socioambientais, que poderão ser executadas pelo governo do Estado na região Oeste, beneficiando cidades como Juruti.
Quarta-feira 05 de janeiro
Cleverson Mafra é o novo presidente da câmara de Juruti
Da Redação
Após duas tentativas de eleger o novo presidente da câmara municipal de Juruti, finalmente na terça-feira, 4, por volta do meio-dia, foi realizada a eleição que definiu o vereador Cleverson Mafra (PT) para presidir a Câmarapor dois anos.
Depois de vários episódios, finalmente na manhã desta terça-feira, a Câmara se reuniu, conforme o Regimento Interno, e realizou a eleição. Foi apresentada apenas uma chapa encabeçada pelo vereador Cleverson Mafra (PT), mas desta vez apoiado pela bancada da situação. A nova composição da Câmara ficou assim: Presidente: Cleverson Mafra(PT), Vice-Presidente: Amarildo Nascimento (PT), 1º Secretário: Andreia Alves (PT), 2º Secretário: Manoel Borges dos Santos (Cobra-PTB).
A eleição para a escolha da nova presidência da Câmara Municipal foi recheada de desentendimentos e controvérsias. No dia 31 deveria ter ocorrido a eleição, mas por desentendimento dos vereadores foi adiada segunda-feira 03, na qual os vereadores da oposição, não aceitam a formação da chapa apresentada pelos vereadores da base do governo.
Na sexta-feira 31, o candidato a presidente Cleverson Mafra (PT) mesmo partido do prefeito, mas que seria apoiado pelos vereadores do Democratas, oposição ao governo municipal, não compareceu e retirou a candidatura em cima da hora, o que causou irritação dos vereadores de oposição.
Duas chapas estavam concorrendo a presidência, sendo ambas por vereadores do PT, em que disputava Andréa Alves e Cleverson Mafra. Os quatros vareadores da oposição estavam apoiando Cleverson Mafra para assumir a presidência, que possivelmente seria eleito com cinco votos. Andréa Alves representaria os vereadores da base governista, mas ficaria com apenas quatro votos, haja vista que a câmara só possui nove vereadores.
Cleverson Mafra poderia até deixar o PT após a eleição, pois estaria com a chapa composta na maioria da base de oposição, e haveria restrição por parte do Partido dos Trabalhadores – PT, que tem Henrique Costa como prefeito. Percebendo que o momento não era propício para um 'racha' no partido, Cleverson decidiu não comparecer na sessão e enviou um documento retirando sua candidatura. A vereadora Andréa Alves também retirou sua candidatura a pedido do partido. Por sua vez, o ainda presidente Manoel Borges, marcou a eleição para segunda-feira, 3, o que provocou descontentamento dos vereadores da oposição, além de populares que estavam presente.
Os vereadores Erodice Batista, Izael Amaral, Glauber Andrade e Carlos Alberto, todos do Democratas, que formam a oposição ao governo municipal, decidiram entrar na justiça para que decidice se a eleição seria ou não realizada na segunda-feira, haja vista que, Manoel Borges não tinha mais poderes como presidente para realizar a eleição da câmara.
Seguindo o regimento interno da casa, assumiu a presidência provisória o vereador Erodice Batista 'Eró', por ser o mais idoso.
CHAPA - Na única chapa apresentada na segunda-feira 03, que tinha como candidato a presidente Cleverson Mafra (PT), estando como vice Manoel Borges do PTB e Amarildo Nascimento (PT) como primeiro secretário, foi recusada pelos vereadores da oposição, que alegavam estar na ilegalidade, haja vista que só era composta por vereadores aliados ao governo municipal, e na maioria pelos vereadores do PT. Por esse motivo, a bancada de oposição pediu que fosse decido por via judicial.
PLENÁRIO – O plenário da câmara se manteve lotado por populares, onde os comunitários de região de Juruti Velho, diziam que só saiam da Câmara, quando houvesse a eleição.
ELEIÇÃO - Na terça-feira os ânimos das pessoas presentes na câmara estavam alterados, diversos 'bate bocas' no plenário tiveram que ser contido pelos policiais que protegiam o local. Até que por ordem judicial a eleição pode ser realizada seguindo o regimento interno da casa, e que venceu a única chapa apresentada.
Domingo 02 de janeiro
Eleição para presidência da Câmara é adiada
Da Redação
Na última sexta-feira 31, deveria ter sido realizada a eleição para a presidência da Câmara Municipal de Juruti, mas foi adiada para a próxima segunda-feira, 03 de janeiro, tudo porque houve desentendimento entre os vereadores, quando um dos candidatos não compareceu e retirou a candidatura em cima da hora.
Duas chapas estavam concorrendo a presidência, sendo ambas por vereadores do PT, em que disputava Andréa Alves e Cleverson Mafra. Os quatros vareadores da oposição estavam apoiando Cleverson Mafra para assumir a presidência, que possivelmente seria eleito com cinco votos. Andréa Alves representaria os vereadores da base governista, mas ficaria com apenas quatro votos, haja vista que a câmara só possui nove vereadores.
Cleverson Mafra poderia até deixar o PT após a eleição, pois estaria com a chapa composta na maioria da base de oposição, e haveria restrição por parte do partido que tem Henrique Costa como prefeito. Percebendo que o momento não era propício para um 'racha' no partido, Cleverson decidiu não comparecer na sessão e enviou um documento retirando sua candidatura. A vereadora Andréa Alves também retirou sua candidatura a pedido do partido. Por sua vez, o ainda presidente Manoel Borges, marcou a eleição para segunda-feira, 3, o que provocou a irritação dos vereadores da oposição, além de populares que estavam presente, principalmente dos comunitários da região de Juruti Velho que apoiavam Cleverson Mafra para presidente.
Os vereadores Erodice Batista, Izael Amaral, Glauber Andrade e Carlos Alberto, todos do Democratas, que formam a oposição ao governo municipal, decidiram entrar na justiça para que decida se a eleição será ou não realizada na segunda-feira 03, haja vista que, Manoel Borges não tem mais poderes como presidente para realizar a eleição da câmara. Pelo regimento interno da casa, assumiria a presidência provisória o vereador Erodice Batista 'Eró', por ser o mais idoso.
CHAPA - A bancada governista decidiu com auxílio do Partido, que o candidato a presidente será Cleverson Mafra (PT), estando como vice Manoel Borges do PTB e Amarildo Nascimento (PT) como primeiro secretário.
Já os vereadores de oposição, esperam uma posição da justiça para articular se lançam ou não uma chapa.
Quinta-feira 09 de dezembro
Dia da Bíblia
Sales Martins
Ontem, 08, na câmara municipal de vereadores, foi comemorado o dia da bíblia, onde estiveram presentes vários lideres religiosos do cristianismo do municipio.
O publico presente era composto por pastores de denominações evangélicas distintas, entre elas, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja da Paz, Batista, Deus é amor entre outras.
Os primeiros a manifestarem as suas felicitações foram os pastores que leram versículos e frisaram a importância da bíblia na sociedade e na vida espiritual de cada cristão. Em seguida os vereadores fizeram as suas homenagens e reconheceram a importância das sagradas escrituras.
Quinta-feira 02 de dezembro
Vereadores visitam a Guascor pedindo explicações da falta de energia
Sales Martins
Os vereadores do município de Juruti ainda preocupados com a má qualidade do fornecimento de energia prestado pela Rede Celpa, levou os representantes do poder legislativo marcar uma reunião com o gerente da GUASCOR do município, Herminho Neto, para obter informação da produção de energia que é fornecido a Celpa.
Assim que foi encerrada a sessão de ontem quarta-feira (01), os vereadores se dirigiram até a sede da GUASCOR. A vereadora Andréia Alves, representando o grupo, pediu esclarecimento sobre as constantes quedas de energia na cidade.
As informações obtidas pelos vereadores é que ocorreu um problema de ajuste nos equipamentos, o que provoca a falta de energia e causa transtornos a população. Além disso, um dos geradores está queimado.
A justificativa para a danificação dos equipamentos é a demanda que aumentou bastante, isto inclui as evasões ao redor da cidade, o programa luz para todos, entre outros.
Também foi citada a fiação, que está sendo coberta pelas árvores, assim as chuvas e os ventos fazem com que os galhos danifiquem a fiação causando a interrupação de energia.
Sábado 27 de novembro
Vereadores de Juruti querem informações do andamento de ação publica contra CELPA
Sales Martins
Desde a visita do gerente geral da Rede Celpa, Alexandro Freitas, no município de Juruti, o problema das constantes quedas de energia foram amenizadas. Entretanto nas ultimas semanas o problema voltou e com ele os prejuízos, equipamentos queimados, trabalhos atrasados no comercio, nos hospitais, escolas, no fórum, secretarias de instituições religiosas, publicas e até na própria câmara de vereadores, que devido ao intenso calor paralisaram a sessão e agendaram uma audiência com a promotora do Fórum de Juruti.
De acordo com o vereador Amarildo de Sousa (PT), o objetivo da visita ao fórum está relacionada às faltas de energia por parte da Rede Celpa que são reclamadas nas sessões e informações da ação contra a empresa, “Nós sempre nos manifestamos na câmara, pedindo que o Ministério Publico se manifestasse, que já se manifestou e tem uma ação na justiça que foi executada é isso que nó viemos tratar com a promotora” afirmou.
O vereador Izael Amaral (DEM) falou que a reportagem do jornal que a Celpa está faltando com respeito à população, “Já fizemos audiência publica onde veio a ANEL e a GUASCO, mas a Celpa não compareceu, isto foi ano passado e desde lá nós estamos tentando a certar essa questão de energia e por ultimo deram um prazo de até 60 dias para que a Celpa regularizasse a situação, mas infelizmente parece que eles estão brincando, isso é uma falta de respeito com a sociedade, pois tira o sossego de todos os jurutienses” comentou.
Os prejuízos causados pelo péssimo fornecimento de energia foi investigado pela justiça, por meio de inquérito civil. De acordo com a promotora de Justiça, Lília Braga, o problema não se resume apenas em aparelhos danificados e atrasos nos trabalhos, “Nós verificamos que o fornecimento de energia elétrica, em Juruti, não é adequado há muitas interrupções sem aviso prévio, verificamos contas exorbitantes, pessoas que ainda não receberam o contador, que faz toda a contagem do consumo de energia, estavam recebendo conta de luz este é um problema grave considerado pelo Ministério Publico de Juruti” afirmou.
Após a audiência publica, realizada no município, ano passado, e encerrado o inquérito civil o Ministério Publico promoveu uma ação civil publica, com o pedido liminar referente à correção dos problemas do fornecimento de energia elétrica, no município de Juruti, e que fosse reduzido em 30% o valor da energia cobrada aos consumidores até que o serviço adequado.
A promotora achou o resultado favorável. “Consideramos que a decisão do juízo foi favorável e sensível ao problema que a população enfrenta, onde a taxa de energia é paga, o serviço é cobrado e não é prestado com qualidade”, ainda questionou a posição da Celpa, “Hoje a Celpa precisa se posicionar dentro do município ela é concessionária deste serviço, tem que dar uma resposta à sociedade que compra os seus serviços” finalizou.
O MP deu 60 dias para a Rede Celpa solucionar o problema, entretanto este prazo já venceu no dia 08 de novembro, a punição para a empresa é a pena de multa no valor de R$ 10.000,00 mil reais por mês.
Se a prestadora de energia está pagando ou não, os vereadores ainda não sabem, motivo pelo qual o presidente da câmara, vereador Manoel Borges, vai obter informações do andamento, da ação civil publica, com o desembargador geral na cidade de Belém.
Quarta-feira 10 de novembro



Crise no comercio de Juruti é discutida na câmara municipal

Sales Martins
Ontem terça-feira (09), na câmara municipal de Juruti, Oeste do Pará, estiveram reunidos empresários, representantes da mineradora ALCOA e um representante do poder executivo para discutirem a crise empresarial que os comerciantes estão enfrentando e que consequentemente atinge toda a sociedade jurutiense, uma vez que o índice da falta de emprego tem aumentado a cada mês.
A reunião que demorou a manhã inteira, foi atendendo um requerimento do vereador Glauber Andrade (DEM), que em sua explanação falou da crise que a economia municipal vem passando, mencionando da falta de emprego. E questionou, aos representantes da ALCOA, por que as empresas de Juruti não fazem parte do quadro licitatório da mineradora. Citou o caso da empresa da cidade que fornecia água para a mineradora e perdeu a licitação para a multinacional GRSA. Enfocou ainda os tijolos que são comprados de fora e não das olarias locais. O vereador finalizou dizendo “que assim como eu defendo o pobre, defendo também a classe empresarial, pois são eles que abrem as portas de emprego”.
Carlos Henrique, responsável pelo setor de compras da ALCOA, falou que assim como as empresas locais a ALCOA precisa também sobreviver. Referente às licitações, disse que a mineradora só compra os serviços das firmas que estejam totalmente legalizadas e que hoje 94 empresas de Juruti possuem contratos. Comentou sobre a empresa que perdeu a licitação do fornecimento de água, dizendo “uma empresa perdeu, mas outra ganhou”, o comentário causou revolta entre os comerciantes que estavam na plenária da câmara, alegando que cada vez menos empresas locais conseguem vender para a Alcoa.
Joana Galvão, da área de sustentabilidade da ALCOA, complementou a fala do colega, sugerindo um momento para expor o número de empregos e a capacitação de cursos realizada no município. Disse ainda que muitos funcionários da ALCOA estão saindo para trabalharem em outras empresas.
O presidente da ACEJ (Associação Comercial e Empresarial de Juruti), Gustavo Hamony, disse que esperava estar presente na reunião o prefeito Henrique Costa com o seu vice, assim como os seus secretários. Falou que não estava procurando culpados e sim soluções. E relatou o que poderia ser as possíveis causas do problema financeiro que vem assolando a classe empresarial. Entre elas estão, as compras feitas pela ALCOA e a Prefeitura, no comércio local que são as mínimas possíveis. “Como é que a associação vai cobrar da AlCOA para comprar mais no municipio se a prefeitura não aumenta as suas compras”. A outra possível causa levantada pelo presidente da ACEJ, é o constante atraso do pagamento da prefeitura, “o empresário do município vende o produto e depois tem que ficar mendigando na porta da prefeitura para receber”, finalizando mencionou o atraso na folha de pagamento da prefeitura e sugeriu que tanto a Prefeitura com o a mineradora façam um relatório das compras realizadas no município.
Representando a prefeitura, o secretário de governo Cristian, afirmou que não estavam ociosos quanto a relação do desemprego, quanto aos atrasos dos salários dos funcionários não são atrasos longos e que a arrecadação do município caiu bastante neste ano. Afirmou que a maioria das compras são feitas em Juruti e que não hesitaria em entregar o relatório de compras a ACEJ e os outros interessados.
O vereador Carlos Batista (DEM), afirmou que as licitações da prefeitura são ‘cartas marcadas’, também criticou os cursos realizados pela mineradora, enfocando que os jurutienses que participaram deles não estão trabalhando na mineradora e que grande parte dos problemas ambientais causados ao lago do Jará é devido a implantação do projeto de mineração no município . “Não vejo o relacionamento social com o desenvolvimento do município”, finalizou o vereador.
Cleverson Mafra (PT), comentou que a moinaradora tem que fazer mais por Juruti. Que cada centavo que ela deixa de comprar do comercio local prejudica a cidade. Terminou dizendo “A maioria dos impactos em Juruti surgiram com instalação da ALCOA”, o vereador arrancou aplausos do publico presente.
Já o vereador, Izael Amaral, disse que estão querendo marginalizar a ALCOA. “Ela é responsável por alguns problemas sim, entretanto não é a única culpada”, disse, complementando ainda que, tem vagas de emprego na mineradora, o que não tem é pessoas capacitadas. Da mesma forma, a multinacional GRSA, não compra carne do comércio local pelo fato de o município não possuir um matadouro que esteja de acordo com a fiscalização sanitária.
Durante a reunião, três comerciantes saíram irritados por não poderem se manifestar durante o pronunciamento dos representantes, já que o regimento da câmara não permite a manifestação da platéia.

